quinta-feira, 21 de março de 2013

Abelcet

Laboratório

Bagó


Apresentação de Abelcet

Suspensão opaca estéril, apirogênica, para infusão intravenosa. Embalagens unitárias com frascos de vidro com 10 ou 20 ml de suspensão, para uso único, acompanhados de agulhas com filtro de 5.


Abelcet - Indicações

Abelcet é indicado no tratamento das infecções fúngicas invasivas em pacientes refratários ou que apresentem intolerância à terapia com Anfotericina B convencional.


Contra-indicações de Abelcet

Abelcet é contra-indicado em pacientes que hajam demonstrado hipersensibilidade à anfotericina B ou a qualquer outro componente da formulação.


Advertências

Têm sido informados casos de anafilaxia com desoxicolato de Anfotericina B e outros produtos que contém 
Anfotericina B. Com Abelcet, a taxa de incidência de anafilaxia informada é < 1%. Caso ocorra dificuldade respiratória grave, a infusão deve ser suspensa imediatamente; o paciente não deve receber outras infusões de Abelcet. 


Precauções Gerais

Assim como com qualquer produto que contenha Anfotericina B, a administração inicial de Abelcet deve ser realizada sob observação clínica estreita por profissionais com treinamento adequado. Reações agudas, como febre e calafrios, podem ocorrer 1 a 2 horas após o início de uma infusão intravenosa de Abelcet. Geralmente estas reações são mais comuns nas doses iniciais de Abelcet e costumam diminuir nas doses subsequentes. A infusão raramente tem sido associada a hipotensão, broncoespasmo, arritmias cardíacas e choque.


Uso na gravidez de Abelcet

Amamentação: Não se sabe se Abelcet é excretado no leite materno. Como muitas drogas são excretadas no leite humano e tendo em vista o potencial de reações adversas sérias, devidas a Abelcet, em lactentes alimentados ao seio, deve-se decidir entre a suspensão da amamentação ou o uso da droga, levando em conta a importância da droga para a mãe. Uso pediátrico: Cento e onze crianças (2 foram recrutadas duas vezes e contadas como pacientes separados), com idades de 16 anos ou menos, onze das quais tinham menos de 1 ano, foram tratadas com 
Abelcet, na dose de 5 mg/kg/dia, em dois estudos abertos e em um pequeno estudo prospectivo de ramo único. Em um estudo monocêntrico, 5 crianças com candidíase hepatoesplênica foram tratadas eficazmente com 2,5 mg/kg/dia de Abelcet. Não foram reportados efeitos adversos sérios inesperados.


Interações medicamentosas de Abelcet


Não foram conduzidos estudos formais de interação de Abelcet com outras drogas. Entretanto, quando administradas concomitantemente, as drogas mencionadas em seguida são conhecidas por interagir com a Anfotericina B pode aumentar o potencial para toxicidade renal, broncoespasmo e hipotensão. Deve-se ter muito cuidado quando da administração concomitante de agentes antineoplásicos e Abelcet. Corticosteróides e corticotropina (ACTH) . O uso concomitante de corticoesteróides ou corticotropina com Anfotericina B pode potencializar a hipopotassemia, que pode predispor o paciente à disfunção cardíaca; se usados concomitantemente com Abelcet, os eletrólitos séricos e a função cardíaca devem ser estreitamente monitorados. Dados de um estudo prospectivo do uso profilático de Abelcet tem 22 pacientes submetidos a transplante de medula óssea sugeriram que a instituição simultânea de Ciclosporina A e Abelcet, nos dias posteriores à cirurgia, pode estar associada com nefrotoxicidade aumentada. O uso concomitante de Anfotericina B pode induzir hipopotassemia e potencializar a toxicidade digitálica. Quando administrados concomitantemente com Abelcet, os níveis séricos de potássio devem ser estreitamente monitorados. O uso concomitante de Flucitosina com preparações contendo Anfotericina B pode aumentar a toxicidade da Flucitosina por uma possível elevação da sua captação celular e/ou comprometimento da usa excreção renal. Deve-se ter cautela na administração concomitante da Flucitosina com Abelcet. Imidazóis ( Cetoconazol, Miconazol, Clotrimazol, Fluconazol, etc). Antagonismo entre Anfotericina B e derivados imidazólicos tais como Miconazol e Cetoconazol, que inibem a síntese de ergosterol, foi reportado tanto em estudos in vitro quanto em animais in vivo. A importância clínica destes achados não foi determinada. Foi reportada toxicidade pulmonar aguda em pacientes que receberam Anfotericina B intra-venosa e transfusões de leucócitos. Não se deve administrar, ao mesmo tempo, transfusões de leucócitos e Abelcet. O uso simultâneo de Abelcet e aminoglicosídios ou Pentamidina requer muito cuidado. Recomenda-se monitoração intensiva da função renal em pacientes que requeiram qualquer combinação de medicamentos nefrotóxicos. Relaxantes músculo-esqueléticos. A hipotassemia induzida pela Anfotericina B pode aumentar o efeito curarizante dos relaxantes músculo-esqueléticos (Tubocurarina, por exemplo). Quando administrados simultaneamente com Abelcet, os níveis de potássio sérico devem ser monitorados a intervalos frequentes. Observam-se aumentos da mielotoxicidade e da nefrotoxicidade em cães quando Abelcet ( em doses 0,16 ou 0,5 vezes a dose humana recomendada) ou desoxicolato de Anfotericina B ( 0,5 vezes a dose humana recomendada) foram administrados simultaneamente com Zidovudina durante 30 dias. Ao se usar Zidovudina e Abelcet simultaneamente, as funções renal e hematológica devem ser monitoradas a intervalos frequentes.


Reações adversas / Efeitos colaterais de Abelcet

A referência para os dados de segurança é constituída de 921 pacientes tratados com Abelcet (5 pacientes foram arrolados duas vezes e contados como pacientes separados), dos quais 775 foram tratados com  mg/kg/dia. Destes 775 pacientes, 194 foram tratados em quatro estudos comparativos; 25 foram tratados em estudos abertos, não comparativos; e 556 pacientes foram tratados em um estudo aberto, num programa de uso em emergência. A maioria era portadora de neoplasias hematológicas subjacentes e muitos recebiam medicação múltipla concomitante. Dos 556 pacientes tratados com Abelcet, 9% descontinuaram o tratamento devido a eventos adversos, relacionados ou não com a droga em estudo. Geralmente, os eventos adversos mais comumente reportados com Abelcet foram calafrios e/ou febre transitórios durante a infusão da droga. EVENTOS ADVERSOS COM UMA INCIDÊNCIA DE >= 3% (N=556) EVENTO ADVERSO Percentagem (%) de pacientes Calafrios 18, Febre 14, Creatinina sérica aumentada 11, Falência múltipla de órgãos 11, Náusea 9, Hipotensão 8, Insuficiência respiratória 8, Vômito 8, Dispnéia 7, Septicemia 7, Diarréia 6, Cefaléia 6, Parada cardíaca 6, Hipertensão arterial 5, Hipopotassemia 5, Infecção 5, Insuficiência renal 5, Dor 5, Trombocitopenia , Dor abdominal 4, Anemia 4, Bilirrubinemia 4, Hemorragia digestiva 4, Leucopenia 4, Exantema 4, Distúrbio respiratório 4, Dor torácica 3, Náusea e Vômito 3. A associação causal entre estes eventos adversos e Abelcet é incerta. Os eventos adversos mencionados a seguir foram também reportados em pacientes que usaram Abelcet em estudos clínicos abertos não controlados. A associação causal entre estes eventos adversos e Abelcet é incerta. Como um Mal-estar, perda ponderal, surdez, reação no local da injeção, incluindo inflamação, broncoespasmo, sibilos, asma, reações anafilactóides e outras reações alérgicas. Cardiopulmonares, Insuficiência cardíaca, edema pulmonar, choque, infarto do miocárdio, hemoptise, taquipnéia, tromboflebite, embolia pulmonar, miocardiopatia, derrame pleural, arritmias incluindo fibrilação ventricular. Dermatológicos, exantema maculopapular, prurido, dermatite esfoliativa, eritema polimorfo. Gastrointestinais, Insuficiência hepática aguda, hepatite, icterícia, melena, anorexia, dispepsia, cólica, dor epigástrica, doença hepática veno-oclusiva, diarréia, hepatomegalia, colongite, colecistite. Hematológicos, defeitos de coagulação, leucocitose, discrasias sanguíneas incluindo eosinofilia. Músculo-esqueléticos, miastenia e dores ósseas, musculares e articulares. Neurológicos, convulsões, zumbido, deficiência visual, deficiência auditiva, neuropatia periférica, vertigem transitória, diplopia, encefalopatia, acidente vascular cerebral, síndrome extrapiramidal e outros sintomas neurológicos. Urogenitais, oligúria, diminuição da função renal, anúria, acidose tubular renal, impotência, disúria.


Abelcet - Como usar - Posologia

A dose diária recomendada para adultos e crianças é de 5 mg/kg, numa única infusão. Abelcet deve ser administrado por infusão intravenosa, a uma velocidade de 2,5 mg/kg/h. Caso o tempo de infusão exceda 2 horas, misturar o conteúdo da bolsa de infusão, agitando-a a cada 2 horas. A toxicidade renal de Abelcet, medida pelos níveis de creatinina sérica, mostrou-se dose-dependente. Decisões acerca de ajustes de dose devem ser tomadas somente após considerar-se o estado clínico geral do paciente.


Superdosagem

Tem sido reportado que a superdosagem com desoxicolato de Anfotericina B pode causar parada cardiorespiratória. Existe informe sobre 15 (quinze) pacientes que receberam uma ou mais doses de Abelcet entre 7 - 13 mg/kg; nenhum desses pacientes apresentou uma reação aguda séria ao medicamento. Caso suspeite de superdosagem, descontinuar o tratamento, monitorar o estado clínico do paciente e instituir as medidas de apoio necessárias. Abelcet não é hemodialisável.


Abelcet- Informações

Abelcet é uma suspensão estéril, apirogênica, para infusão intravenosa, consistindo de Anfotericina B complexada com dois fosfolipídeos numa razão molar droga/lipídio de 1:1. Os dois fosfolipídios, L-a-dimiristoilfosfatidilcolina (DMPC) e L-a-dimiristoilfosfatidilglicerol (DMP), estão presentes em uma razão molar de 7:. Abelcet é uma suspensão amarela e opaca, com um pH entre 5-7. Em um estudo randomizado com Abelcet no tratamento de candidíases invasivas em pacientes com função renal normal ao início do estudo, a incidência de nefrotoxicidade foi significantemente menor com Abelcet, na dose de 5 mg/kg/dia, do que com Anfotericina B convencional na dose de 0,7 mg/kg/dia. A despeito de, geralmente, observar-se menor nefrotoxicidade de Abelcet na dose de 5mg/kg/dia, comparando-se com a terapia com Anfotericina B convencional na dose de 0,6-10 mg/kg/dia, pode, ainda assim, verificar-se toxicidade renal com aquela dose de Abelcet. A toxicidade renal de doses maiores que 5 mg/kg/dia de Abelcet não foi, formalmente, estudada.





terça-feira, 12 de março de 2013

Abc


Laboratório

Kleyhertz



Referência

Clotrimazol Tópico



Apresentação de Abc

Abc é apresentado na forma de creme dermatológico em bisnaga com 20 g e solução spray 30 ml.



Superdosagem

Não aplicável.

Abaciclovir

Laboratório

Opem


Referência

Aciclovir EV


Apresentação de Abaciclovir

Amp. de 250 mg.


Abaciclovir - Indicações

Herpes


Abaciclovir - Como tomar - Posologia

Adultos: 1 comprimido de 50 mg ou de 100 mg ao dia, de acordo com a resposta clínica. A maioria dos pacientes com hipertensão, apresentará uma resposta satisfatória com a dose diária de 100 mg. Há pouco ou nenhuma queda adicional na pressão arterial com o aumento da dose, e quando necessário, pode-se adicionar outra droga anti- hipertensiva, tal como um vasodilatador. Pacientes idosos: 1 comprimido de 50 mg é suficiente na maioria dos pacientes idosos com hipertensão arterial, principalmente naqueles que não respondem ao tratamento com baixas doses de apenas um componente. Nos casos em que o controle da hipertensão não for alcançado, a adição de uma pequena dose de um terceiro agente, como um vasodilatador, pode ser adequada. Crianças: Não há experiência pediátrica com o produto, portanto, não é recomendado seu uso em crianças. Insuficiência renal : Em pacientes com insuficiência renal grave, pode ser necessária uma redução na dose diária ou na frequência de administração das doses. Venda sob prescrição médica Reg. M.S. nº 1.0974.0092 Farm. Resp.: Dr. Dante Alario Jr. - CRF-SP nº 5.143.



segunda-feira, 11 de março de 2013

Aasedantil

Laboratório

Vitapan

Referência

Ácido Acetilsalicílico 500mg


Apresentação de Aasedantil

compr. infantil 100mg- caixa c/ 200 compr. adulto 500mg - caixa c/100


Aasedantil - Indicações

Analgésico, antitérmico e antiinflamatório


Contra-indicações de Aasedantil

Conhecida hipersensibilidade ao ÁCIDO ACETILSALICÍLICO, a outros salicilatos ou a qualquer componente da fórmula. Na presença da diátese hemorrágica, de úlcera gastroduodenal, nos três últimos meses de gravidez.


Advertências

O tratamento com ÁCIDO ACETILSALICÍLICO deve ser interrompido, pelo menos, uma semana antes de cirurgias, devido ao aumento do tempo de sangramento. Pacientes com asma brônquica, bronquite crônica, febre do feno ou edema da mucosa nasal (pólipos nasais) podem vir a apresentar crise asmática, edema localizado da pele ou mucosa (edema de Quincke) ou urticária, quando em contato com analgésicos/antiinflamatórios não-esteróides. Evitar ingestão de bebidas alcoólicas. Não é aconselhável tomar este produto caso a dor persista por mais de 10 dias ou febre por mais de 3 dias, a menos com orientação médica. Se a dor ou a febre persistirem, se outros sintomas surgirem ou se rubor ou edema estiverem presentes, procurar auxílio médico, pois pode ser indicação de uma condição mais grave. Consulte seu dentista, tão logo for possível em caso de dente. Como qualquer outro medicamento.

Uso na gravidez de Aasedantil

Em caso de gravidez ou amamentação, deve-se consultar o médico antes de tomar AASEDANTIL®. Este produto não deve ser usado durante os três últimos meses de gravidez, a menos que orientado pelo médico, com o risco de acarretar problemas ao feto ou complicações durante o parto.


Interações medicamentosas de Aasedantil

Os efeitos dos seguintes medicamentos são intensificados: anticoagulantes; corticosteróides (risco de hemorragia gastrintestinal); antiinflamatórios não-esteróides; álcool; sulfoniluréias; metotrexato; digoxina, barbitúricos e lítio (concentração plasmática); sulfonamidas e suas associações; ácido valpróico. Os efeitos dos seguintes medicamentos são reduzidos: antagonistas da aldosterona (ex: espironolactona) e diuréticos de alça; anti-hipertensivos; uricosúricos.


Reações adversas / Efeitos colaterais de Aasedantil

Podem ocorrer, ocasionalmente, distúrbios gastrintestinais como náuseas, diarréia, vômitos e leve perda de sangue gastrintestinal que, em casos excepcionais, podem causar anemia. Úlcera gastrintestinal pode ocorrer ocasionalmente e, em alguns casos, com hemorragia e perfuração. Casos raros de reação de hipersensibilidade como dispnéia e erupções cutâneas podem ocorrer. Casos isolados de alteração da função hepática (aumento de transaminases) e renal, hipoglicemia e reações graves de pele foram descritos. Tontura, zumbido e hipoacusia (diminuição do sentido da audição) podem ocorrer como sintomas de superdose, principalmente em crianças e idosos.


Aasedantil - Como tomar - Posologia

Crianças: 6 meses a 1 ano: 1/2 a 1 comprimido (100 mg); 1 a 3 anos: 1 comprimido (100 mg); 4 a 6 anos: 2 comprimidos (200 mg); 7 a 9 anos: 3 comprimidos (300 mg); Acima de 9 anos: 4 comprimidos (400 mg) Até 3 vezes ao dia, de acordo com a idade e o peso. Adultos: 1 a 2 comprimidos até de 4/4 horas não excedendo a 8 comprimidos por dia. A partir de 12 anos: 1 comprimido; se necessário, até 3 vezes por dia a cada 4 a 8 horas. Tomar preferencialmente após as refeições.


Características farmacológicas

Como éster do ácido salicílico, o ÁCIDO ACETILSALICÍLICO é uma substância com propriedades analgésica, antipirética e antiinflamatória. Como mecanismo de ação, promove a inibição da enzima cicloxigenase e, portanto, a inibição da produção de prostaglandinas E2 e I2 e do tromboxano A2. É convertido em seu principal metabólico, ácido salicílico, durante e após a absorção. Metabolismo é limitado pela capacidade de enzimas hepáticas. A ligação às proteínas plasmáticas é dose-dependente (de 66% a 98% de ácido salicílico). Após altas doses, é detectável nos líquidos cefalorraquidiano e sinovial. O ácido salicílico atravessa a barreira placentária e, é excretado no leite. Sua meia-vida de eliminação é dose-dependente ( de 2 a 3 horas para baixas doses e 12 horas para doses analgésicas). O ácido salicílico e seus metabólicos são excretados, principalmente, por via renal. 


Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Não existem recomendações ou cuidados especiais sobre o emprego em pacientes idosos.


Armazenagem

Conservar o produto em temperatura ambiente (15 - 30 °C). Proteger da luz e umidade.


Aasedantil - Informações

Este medicamento é indicado como analgésico, antitérmico e antiinflamatório. Cuidados de Conservação: Conservar o produto em temperatura ambiente (15 - 30 ºC). Proteger da luz e umidade. Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação ( VIDE CARTUCHO). Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. "Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término, e se está amamentando". É desaconselhável a administração de mais de 8 comprimidos de AASEDANTIL num período de 24 horas. "Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento". "Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico". "Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica". Informe ao seu médico caso ocorram reações desagradáveis durante o tratamento, tais como: cólicas, dores ou desconforto no estômago, azia, indigestão, náusea e/ou vômito. Relata-se a ocorrência de sangramento gastrintestinal com ou sem ulceração, assim como o aparecimento de erupções cutâneas. Tonturas e zumbido podem ocorrer como sintomas de superdose, principalmente em crianças e idosos. CRIANÇAS OU ADOLESCENTES NÃO DEVEM USAR ESTE MEDICAMENTO PARA CATAPORA OU SINTOMAS GRIPAIS ANTES QUE UM MÉDICO SEJA CONSULTADO SOBRE A SÍNDROME DE REYE, UMA RARA, MAS GRAVE DOENÇA ASSOCIADA A ESSE MEDICAMENTO. "TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS". Evite a ingestão concomitante com álcool e drogas como: anticoagulantes; corticosteróides; antiinflamatórios não-esteróides, álcool; sulfoniluréias; metotrexato; digoxina; barbitúricos e lítio; sulfonamidas e suas associações; ácido valpróico; antagonistas da aldosterona e diuréticos de ala; anti-hipertensivos; uricosúricos.


Contra-indicações

Pacientes alérgicos ao ÁCIDO ACETILSALICÍLICO ou qualquer componente da fórmula, que tenham asma, problemas  gástricos, (tais como, pirose, desconforto e dor de estômago) persistentes ou não, ou que tenham úlcera ou problemas de hemorragia, a menos que com orientação médica. Precauções: ( VIDE item Precauções). "Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento". Este produto não deve ser usado durante a amamentação e nos três últimos meses de gravidez a menos que orientado pelo médico, com o risco de acarretar problemas ou complicações durante o parto. "NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE".



segunda-feira, 4 de março de 2013

Aas Protect

Laboratório

Sanofi


Apresentação de Aas Protect

Comprimidos 100 mg cx com 30


Aas Protect - Indicações

Com base nas suas propriedades inibidoras da agregação plaquetária, o Aas Protect é indicado para as seguintes situações: - em pacientes com angina pectoris estável e instável (doenças isquêmicas do miocárdio); - em infarto do miocárdio, exceto na fase aguda (nesses casos, utilizar o ácido acetilsalicílico sem cobertura entérica); - para reduzir o risco de mortalidade em pacientes com antecedente de infarto do miocárdio (profilaxia do reinfarto);- para a prevenção secundária de acidente vascular cerebral; - para prevenção primária do infarto do miocárdio em pessoas com fatores de risco cardiovasculares, p.ex. diabetes mellitus, hiperlipemia, hipertensão, obesidade, tabagismo, idade avançada.


Contra-indicações de Aas Protect

Aas Protect está contra-indicado em todos os pacientes com hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico, a qualquer componente do produto e a outros antiinflamatórios não esteróides, em pacientes predispostos a dispepsias, com diátese hemorrágica ou sabidamente portadores de alguma lesão da mucosa gástrica. Seu emprego deve ser evitado   nos pacientes portadores de lesão hepática grave, em hemofílicos e naqueles que estejam fazendo uso de anticoagulantes. A administração deve ser cautelosa nos pacientes com função renal comprometida, particularmente nas crianças, e sempre que o paciente estiver desidratado. O Aas Protect somente deverá ser empregado durante a gravidez sob orientação médica, porém, é contra-indicado no último trimestre de gravidez. Aas Protect está contraindicado se o paciente estiver utilizando metotrexato em doses de 15 mg/semana ou mais.



Advertências

Somente após rigorosa avaliação médica dos riscos e benefícios do uso de ácido acetilsalicílico, este poderá ser utilizado nas seguintes condições: primeiro e segundo trimestre da gravidez, durante a amamentação quando usado em altas doses (acima de 300 mg/dia); hipersensibilidade a drogas antiinflamatórias  ou anti-reumáticas ou a outros alérgenos; no uso concomitante com outros anticoagulantes (derivados cumarínicos ou heparina- exceto terapia com baixas doses de heparina); na presença de lesões hepáticas ou renais graves; pacientes com antecedentes de doença gastrintestinal. Pacientes com asma brônquica, bronquite crônica, febre do feno e edema da mucosa nasal (pólipo nasal) podem vir a apresentar crise asmática, edema de Quincke ou urticária, com analgésicos ou antiinflamatórios não esteróides. Evite tomar álcool. Pacientes com indicação para cirurgia devem consultar o médico sobre o uso desse medicamento. Não deve ser utilizado na fase aguda das síndromes coronarianas e na fase aguda do infarto do miocárdio (nesses casos, os pacientes devem receber imediatamente o ácido acetilsalicílico sem cobertura entérica).



Uso na gravidez de Aas Protect

Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Aas Protect não deve ser utilizado no último trimestre de gravidez. Informe também seu médico caso esteja amamentando. Veja advertências.



Interações medicamentosas de Aas Protect

Alguns efeitos do ácido acetilsalicílico sobre o trato gastrintestinal podem ser potencializados pelo álcool. Pode ser aumentada a atividade dos anticoagulantes cumarínicos e a atividade hipoglicemiante das sulfoniluréias. Os anticoagulantes podem acentuar o efeito hemorrágico do ácido acetilsalicílico sobre a mucosa gástrica. O ácido acetilsalicílico diminui o efeito de agentes uricosúricos como a probenecida e a sulfinpirazona. Barbitúricos e outros sedativos podem mascarar os sintomas respiratórios da superdosagem com ácido acetilsalicílico e tem sido relatado aumento da toxicidade daqueles. A atividade do metotrexato pode estar marcadamente acentuada e sua toxicidade aumentada. Os agentes trombolíticos como a ticlopidina aumentam o risco de sangramentos. Caso ingerido concomitantemente com digoxina, ocorre um aumento das concentrações plasmáticas de digoxina em função da diminuição da excreção renal. Da mesma forma, a administração concomitante com glicocorticóides sistêmicos (exceto hidrocortisona usada como terapia de reposição na doença de Addison) diminui os níveis de salicilato plasmático durante o tratamento com corticosteróides e risco de superdose de salicilato após interrupção do tratamento, por aumento da eliminação de salicilatos pelos corticosteróides.



Reações adversas/Efeitos colaterais de Aas Protect

O ácido acetilsalicílico pode provocar dor abdominal, azia, náusea, vômito, irritação da mucosa gástrica (inclusive úlcera e perfuração gastroduodenal) e sangramento digestivo, sobretudo em dose alta e tratamento prolongado. Embora pouco comuns, podem ocorrer casos de hipersensibilidade manifestada por broncoespasmo, asma, rinite, urticária, reações anafiláticas e outras manifestações cutâneas. Casos isolados de alteração da função hepática (aumento das transaminases) e renal, hipoglicemia e reações graves de pele foram descritos. O uso prolongado do ácido acetilsalicílico em altas doses tem sido associado com diminuição da função renal. Tontura e zumbido podem ocorrer como sintomas de superdose, principalmente em crianças e idosos.



Aas Protect - Como usar - Posologia


Aas Protect - como inibidor da atividade plaquetária, na angina pectoris instável, na profilaxia do reinfarto e após cirurgia  vascular ou intervenções, na prevenção de ataque isquêmico transitório e infarto cerebral, na prevenção de trombose dos vasos coronarianos em pacientes com fatores de risco, o ácido acetilsalicílico tem sido usado em doses entre 50 a 325 mg ao dia. De acordo com os consensos nacionais e internacionais, as doses de ácido acetilsalicílico utilizadas para essas indicações variam, conforme descrito a seguir: Angina pectoris estável e instável (doenças isquêmicas do miocárdio): 75-325 mg/dia; Profilaxia do reinfarto: 75-325 mg/dia; Pós angioplastia: 75 - 325 mg/dia; Prevenção do AIT e infarto cerebral: 50 - 325 mg/dia; Pós infarto agudo cerebral isquêmico: 160 - 325 mg/dia; Prevenção de trombose coronariana em pacientes com fatores de risco: 75 - 100 mg/ dia. Aas Protect deve ser ingerido sem ser partido ou mastigado, preferencialmente entre as refeiçoes, ou a critério médico.



Superdosagem

Em caso de superdose acidental, procure imediatamente um médico ou um Centro de Informações e Assistência Toxicológica, mesmo na ausência de sinais ou sintomas. Enquanto a intoxicação aguda provoca alterações graves do equilíbrio ácido-básico, a intoxicação crônica causa alterações principalmente no Sistema Nervoso Central (salicismo). Além do distúrbio ácido básico e eletrolítico (perda de potássio), hipoglicemia, erupções da pele e hemorragia gastrintestinal, os sintomas podem incluir hiperventilação, zumbido, náuseas, vômitos, distúrbios visuais e auditivos, cefaléia, tontura  e confusão. Na intoxicação grave, podem ocorrer delírio, tremor, dispnéia, sudorese, hipertermia e coma. O tratamento da intoxicação com ácido acetilsalicílico depende da extensão, do estágio e dos sintomas clínicos do quadro. Nos casos de intoxicação moderada, o esvaziamento do estômago por aspiração ou êmese, ou a lavagem gástrica de 500 mcg/ml de plasma) deve-se transferir a pessoa imediatamente a uma unidade hospitalar especializada, realizar lavagem gástrica, administração de carvão ativado, controle do equilíbrio ácidobae, juntamente com diurese por infusão intravenosa de solução fisiológica com bicarbonato de sódio, ou Ringer-lactato ou solução de glicose. Em intoxicações graves, existe a possibilidade de hemodiálise. As perdas líquidas devem ser repostas . Nos pacientes idosos, devido a deterioração da função renal e gástrica há necessidade de um acompanhamento clínico mais cuidadoso com  o objetivo de evitar efeitos colaterais de maior gravidade.



Aas Protect - Informações

Aas Protect inibe a agregação plaquetária. A inibição da agregação plaquetária é decorrente de uma interferência com a produção de tromboxano A2 no interior da plaqueta. Seu mecanismo de ação baseia-se na inibição irreversível da ciclooxigenase (COX-1). Esse efeito inibitório é especialmente acentuado nas plaquetas, porque estas não são capazes de sintetizar novamente essa enzima. Todavia, a utilização dessa propriedade antiagregante requer prévia avaliação clínica do paciente, de modo a permitir o adequado ajuste posológico pelo médico. Devido ao revestimento ácido resistente do Aas Protect, o ácido acetilsalicílico não é liberado no estômago, mas no meio alcalino do intestino. Isso confere melhor tolerabilidade gástrica ao medicamento. No entanto, o revestimento entérico retarda a absorção do ácido acetilsalicílico para 3 a 6 horas após a ingestão em comparação aos comprimidos simples de ácido acetilsalicílico, cujos níveis plasmáticos são alcançados em 0,3 a 2 horas. Tanto o ácido acetilsalicílico como o ácido salicílico ligam-se amplamente às proteínas plasmáticas e são rapidamente distribuídos a todas as partes do organismo. O ácido salicílico aparece no leite materno e atravessa a placenta. O ácido salicílico é eliminado principalmente por metabolismo hepático; os metabólitos incluem o ácido salicilúrico, o glicuronídeo salicilfenólico, o glicuronídeo salicilacílico, o ácido gentísico e o ácido gentisúrico. A cinética da eliminação do ácido salicílico é dependente da dose, uma vez que o metabolismo é limitado pela capacidade das enzimas hepáticas. Desse modo, a meiavida de eliminação varia de 2 a 3 horas após doses baixas até cerca de 15 horas com doses altas. O ácido salicílico e seus metabólitos são excretados principalmente por via renal.