Laboratório
Sanofi
Apresentação de Aas Protect
Comprimidos 100 mg cx com 30
Aas Protect - Indicações
Com base nas suas propriedades inibidoras da agregação plaquetária, o Aas Protect é indicado para as seguintes situações: - em pacientes com angina pectoris estável e instável (doenças isquêmicas do miocárdio); - em infarto do miocárdio, exceto na fase aguda (nesses casos, utilizar o ácido acetilsalicílico sem cobertura entérica); - para reduzir o risco de mortalidade em pacientes com antecedente de infarto do miocárdio (profilaxia do reinfarto);- para a prevenção secundária de acidente vascular cerebral; - para prevenção primária do infarto do miocárdio em pessoas com fatores de risco cardiovasculares, p.ex. diabetes mellitus, hiperlipemia, hipertensão, obesidade, tabagismo, idade avançada.
Contra-indicações de Aas Protect
Aas Protect está contra-indicado em todos os pacientes com hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico, a qualquer componente do produto e a outros antiinflamatórios não esteróides, em pacientes predispostos a dispepsias, com diátese hemorrágica ou sabidamente portadores de alguma lesão da mucosa gástrica. Seu emprego deve ser evitado nos pacientes portadores de lesão hepática grave, em hemofílicos e naqueles que estejam fazendo uso de anticoagulantes. A administração deve ser cautelosa nos pacientes com função renal comprometida, particularmente nas crianças, e sempre que o paciente estiver desidratado. O Aas Protect somente deverá ser empregado durante a gravidez sob orientação médica, porém, é contra-indicado no último trimestre de gravidez. Aas Protect está contraindicado se o paciente estiver utilizando metotrexato em doses de 15 mg/semana ou mais.
Advertências
Somente após rigorosa avaliação médica dos riscos e benefícios do uso de ácido acetilsalicílico, este poderá ser utilizado nas seguintes condições: primeiro e segundo trimestre da gravidez, durante a amamentação quando usado em altas doses (acima de 300 mg/dia); hipersensibilidade a drogas antiinflamatórias ou anti-reumáticas ou a outros alérgenos; no uso concomitante com outros anticoagulantes (derivados cumarínicos ou heparina- exceto terapia com baixas doses de heparina); na presença de lesões hepáticas ou renais graves; pacientes com antecedentes de doença gastrintestinal. Pacientes com asma brônquica, bronquite crônica, febre do feno e edema da mucosa nasal (pólipo nasal) podem vir a apresentar crise asmática, edema de Quincke ou urticária, com analgésicos ou antiinflamatórios não esteróides. Evite tomar álcool. Pacientes com indicação para cirurgia devem consultar o médico sobre o uso desse medicamento. Não deve ser utilizado na fase aguda das síndromes coronarianas e na fase aguda do infarto do miocárdio (nesses casos, os pacientes devem receber imediatamente o ácido acetilsalicílico sem cobertura entérica).
Uso na gravidez de Aas Protect
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Aas Protect não deve ser utilizado no último trimestre de gravidez. Informe também seu médico caso esteja amamentando. Veja advertências.
Interações medicamentosas de Aas Protect
Alguns efeitos do ácido acetilsalicílico sobre o trato gastrintestinal podem ser potencializados pelo álcool. Pode ser aumentada a atividade dos anticoagulantes cumarínicos e a atividade hipoglicemiante das sulfoniluréias. Os anticoagulantes podem acentuar o efeito hemorrágico do ácido acetilsalicílico sobre a mucosa gástrica. O ácido acetilsalicílico diminui o efeito de agentes uricosúricos como a probenecida e a sulfinpirazona. Barbitúricos e outros sedativos podem mascarar os sintomas respiratórios da superdosagem com ácido acetilsalicílico e tem sido relatado aumento da toxicidade daqueles. A atividade do metotrexato pode estar marcadamente acentuada e sua toxicidade aumentada. Os agentes trombolíticos como a ticlopidina aumentam o risco de sangramentos. Caso ingerido concomitantemente com digoxina, ocorre um aumento das concentrações plasmáticas de digoxina em função da diminuição da excreção renal. Da mesma forma, a administração concomitante com glicocorticóides sistêmicos (exceto hidrocortisona usada como terapia de reposição na doença de Addison) diminui os níveis de salicilato plasmático durante o tratamento com corticosteróides e risco de superdose de salicilato após interrupção do tratamento, por aumento da eliminação de salicilatos pelos corticosteróides.
Reações adversas/Efeitos colaterais de Aas Protect
O ácido acetilsalicílico pode provocar dor abdominal, azia, náusea, vômito, irritação da mucosa gástrica (inclusive úlcera e perfuração gastroduodenal) e sangramento digestivo, sobretudo em dose alta e tratamento prolongado. Embora pouco comuns, podem ocorrer casos de hipersensibilidade manifestada por broncoespasmo, asma, rinite, urticária, reações anafiláticas e outras manifestações cutâneas. Casos isolados de alteração da função hepática (aumento das transaminases) e renal, hipoglicemia e reações graves de pele foram descritos. O uso prolongado do ácido acetilsalicílico em altas doses tem sido associado com diminuição da função renal. Tontura e zumbido podem ocorrer como sintomas de superdose, principalmente em crianças e idosos.
Aas Protect - Como usar - Posologia
Aas Protect - como inibidor da atividade plaquetária, na angina pectoris instável, na profilaxia do reinfarto e após cirurgia vascular ou intervenções, na prevenção de ataque isquêmico transitório e infarto cerebral, na prevenção de trombose dos vasos coronarianos em pacientes com fatores de risco, o ácido acetilsalicílico tem sido usado em doses entre 50 a 325 mg ao dia. De acordo com os consensos nacionais e internacionais, as doses de ácido acetilsalicílico utilizadas para essas indicações variam, conforme descrito a seguir: Angina pectoris estável e instável (doenças isquêmicas do miocárdio): 75-325 mg/dia; Profilaxia do reinfarto: 75-325 mg/dia; Pós angioplastia: 75 - 325 mg/dia; Prevenção do AIT e infarto cerebral: 50 - 325 mg/dia; Pós infarto agudo cerebral isquêmico: 160 - 325 mg/dia; Prevenção de trombose coronariana em pacientes com fatores de risco: 75 - 100 mg/ dia. Aas Protect deve ser ingerido sem ser partido ou mastigado, preferencialmente entre as refeiçoes, ou a critério médico.
Superdosagem
Em caso de superdose acidental, procure imediatamente um médico ou um Centro de Informações e Assistência Toxicológica, mesmo na ausência de sinais ou sintomas. Enquanto a intoxicação aguda provoca alterações graves do equilíbrio ácido-básico, a intoxicação crônica causa alterações principalmente no Sistema Nervoso Central (salicismo). Além do distúrbio ácido básico e eletrolítico (perda de potássio), hipoglicemia, erupções da pele e hemorragia gastrintestinal, os sintomas podem incluir hiperventilação, zumbido, náuseas, vômitos, distúrbios visuais e auditivos, cefaléia, tontura e confusão. Na intoxicação grave, podem ocorrer delírio, tremor, dispnéia, sudorese, hipertermia e coma. O tratamento da intoxicação com ácido acetilsalicílico depende da extensão, do estágio e dos sintomas clínicos do quadro. Nos casos de intoxicação moderada, o esvaziamento do estômago por aspiração ou êmese, ou a lavagem gástrica de 500 mcg/ml de plasma) deve-se transferir a pessoa imediatamente a uma unidade hospitalar especializada, realizar lavagem gástrica, administração de carvão ativado, controle do equilíbrio ácidobae, juntamente com diurese por infusão intravenosa de solução fisiológica com bicarbonato de sódio, ou Ringer-lactato ou solução de glicose. Em intoxicações graves, existe a possibilidade de hemodiálise. As perdas líquidas devem ser repostas . Nos pacientes idosos, devido a deterioração da função renal e gástrica há necessidade de um acompanhamento clínico mais cuidadoso com o objetivo de evitar efeitos colaterais de maior gravidade.
Aas Protect - Informações
Aas Protect inibe a agregação plaquetária. A inibição da agregação plaquetária é decorrente de uma interferência com a produção de tromboxano A2 no interior da plaqueta. Seu mecanismo de ação baseia-se na inibição irreversível da ciclooxigenase (COX-1). Esse efeito inibitório é especialmente acentuado nas plaquetas, porque estas não são capazes de sintetizar novamente essa enzima. Todavia, a utilização dessa propriedade antiagregante requer prévia avaliação clínica do paciente, de modo a permitir o adequado ajuste posológico pelo médico. Devido ao revestimento ácido resistente do Aas Protect, o ácido acetilsalicílico não é liberado no estômago, mas no meio alcalino do intestino. Isso confere melhor tolerabilidade gástrica ao medicamento. No entanto, o revestimento entérico retarda a absorção do ácido acetilsalicílico para 3 a 6 horas após a ingestão em comparação aos comprimidos simples de ácido acetilsalicílico, cujos níveis plasmáticos são alcançados em 0,3 a 2 horas. Tanto o ácido acetilsalicílico como o ácido salicílico ligam-se amplamente às proteínas plasmáticas e são rapidamente distribuídos a todas as partes do organismo. O ácido salicílico aparece no leite materno e atravessa a placenta. O ácido salicílico é eliminado principalmente por metabolismo hepático; os metabólitos incluem o ácido salicilúrico, o glicuronídeo salicilfenólico, o glicuronídeo salicilacílico, o ácido gentísico e o ácido gentisúrico. A cinética da eliminação do ácido salicílico é dependente da dose, uma vez que o metabolismo é limitado pela capacidade das enzimas hepáticas. Desse modo, a meiavida de eliminação varia de 2 a 3 horas após doses baixas até cerca de 15 horas com doses altas. O ácido salicílico e seus metabólitos são excretados principalmente por via renal.
Advertências
Somente após rigorosa avaliação médica dos riscos e benefícios do uso de ácido acetilsalicílico, este poderá ser utilizado nas seguintes condições: primeiro e segundo trimestre da gravidez, durante a amamentação quando usado em altas doses (acima de 300 mg/dia); hipersensibilidade a drogas antiinflamatórias ou anti-reumáticas ou a outros alérgenos; no uso concomitante com outros anticoagulantes (derivados cumarínicos ou heparina- exceto terapia com baixas doses de heparina); na presença de lesões hepáticas ou renais graves; pacientes com antecedentes de doença gastrintestinal. Pacientes com asma brônquica, bronquite crônica, febre do feno e edema da mucosa nasal (pólipo nasal) podem vir a apresentar crise asmática, edema de Quincke ou urticária, com analgésicos ou antiinflamatórios não esteróides. Evite tomar álcool. Pacientes com indicação para cirurgia devem consultar o médico sobre o uso desse medicamento. Não deve ser utilizado na fase aguda das síndromes coronarianas e na fase aguda do infarto do miocárdio (nesses casos, os pacientes devem receber imediatamente o ácido acetilsalicílico sem cobertura entérica).
Uso na gravidez de Aas Protect
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Aas Protect não deve ser utilizado no último trimestre de gravidez. Informe também seu médico caso esteja amamentando. Veja advertências.
Interações medicamentosas de Aas Protect
Alguns efeitos do ácido acetilsalicílico sobre o trato gastrintestinal podem ser potencializados pelo álcool. Pode ser aumentada a atividade dos anticoagulantes cumarínicos e a atividade hipoglicemiante das sulfoniluréias. Os anticoagulantes podem acentuar o efeito hemorrágico do ácido acetilsalicílico sobre a mucosa gástrica. O ácido acetilsalicílico diminui o efeito de agentes uricosúricos como a probenecida e a sulfinpirazona. Barbitúricos e outros sedativos podem mascarar os sintomas respiratórios da superdosagem com ácido acetilsalicílico e tem sido relatado aumento da toxicidade daqueles. A atividade do metotrexato pode estar marcadamente acentuada e sua toxicidade aumentada. Os agentes trombolíticos como a ticlopidina aumentam o risco de sangramentos. Caso ingerido concomitantemente com digoxina, ocorre um aumento das concentrações plasmáticas de digoxina em função da diminuição da excreção renal. Da mesma forma, a administração concomitante com glicocorticóides sistêmicos (exceto hidrocortisona usada como terapia de reposição na doença de Addison) diminui os níveis de salicilato plasmático durante o tratamento com corticosteróides e risco de superdose de salicilato após interrupção do tratamento, por aumento da eliminação de salicilatos pelos corticosteróides.
Reações adversas/Efeitos colaterais de Aas Protect
O ácido acetilsalicílico pode provocar dor abdominal, azia, náusea, vômito, irritação da mucosa gástrica (inclusive úlcera e perfuração gastroduodenal) e sangramento digestivo, sobretudo em dose alta e tratamento prolongado. Embora pouco comuns, podem ocorrer casos de hipersensibilidade manifestada por broncoespasmo, asma, rinite, urticária, reações anafiláticas e outras manifestações cutâneas. Casos isolados de alteração da função hepática (aumento das transaminases) e renal, hipoglicemia e reações graves de pele foram descritos. O uso prolongado do ácido acetilsalicílico em altas doses tem sido associado com diminuição da função renal. Tontura e zumbido podem ocorrer como sintomas de superdose, principalmente em crianças e idosos.
Aas Protect - Como usar - Posologia
Aas Protect - como inibidor da atividade plaquetária, na angina pectoris instável, na profilaxia do reinfarto e após cirurgia vascular ou intervenções, na prevenção de ataque isquêmico transitório e infarto cerebral, na prevenção de trombose dos vasos coronarianos em pacientes com fatores de risco, o ácido acetilsalicílico tem sido usado em doses entre 50 a 325 mg ao dia. De acordo com os consensos nacionais e internacionais, as doses de ácido acetilsalicílico utilizadas para essas indicações variam, conforme descrito a seguir: Angina pectoris estável e instável (doenças isquêmicas do miocárdio): 75-325 mg/dia; Profilaxia do reinfarto: 75-325 mg/dia; Pós angioplastia: 75 - 325 mg/dia; Prevenção do AIT e infarto cerebral: 50 - 325 mg/dia; Pós infarto agudo cerebral isquêmico: 160 - 325 mg/dia; Prevenção de trombose coronariana em pacientes com fatores de risco: 75 - 100 mg/ dia. Aas Protect deve ser ingerido sem ser partido ou mastigado, preferencialmente entre as refeiçoes, ou a critério médico.
Superdosagem
Em caso de superdose acidental, procure imediatamente um médico ou um Centro de Informações e Assistência Toxicológica, mesmo na ausência de sinais ou sintomas. Enquanto a intoxicação aguda provoca alterações graves do equilíbrio ácido-básico, a intoxicação crônica causa alterações principalmente no Sistema Nervoso Central (salicismo). Além do distúrbio ácido básico e eletrolítico (perda de potássio), hipoglicemia, erupções da pele e hemorragia gastrintestinal, os sintomas podem incluir hiperventilação, zumbido, náuseas, vômitos, distúrbios visuais e auditivos, cefaléia, tontura e confusão. Na intoxicação grave, podem ocorrer delírio, tremor, dispnéia, sudorese, hipertermia e coma. O tratamento da intoxicação com ácido acetilsalicílico depende da extensão, do estágio e dos sintomas clínicos do quadro. Nos casos de intoxicação moderada, o esvaziamento do estômago por aspiração ou êmese, ou a lavagem gástrica de 500 mcg/ml de plasma) deve-se transferir a pessoa imediatamente a uma unidade hospitalar especializada, realizar lavagem gástrica, administração de carvão ativado, controle do equilíbrio ácidobae, juntamente com diurese por infusão intravenosa de solução fisiológica com bicarbonato de sódio, ou Ringer-lactato ou solução de glicose. Em intoxicações graves, existe a possibilidade de hemodiálise. As perdas líquidas devem ser repostas . Nos pacientes idosos, devido a deterioração da função renal e gástrica há necessidade de um acompanhamento clínico mais cuidadoso com o objetivo de evitar efeitos colaterais de maior gravidade.
Aas Protect - Informações
Aas Protect inibe a agregação plaquetária. A inibição da agregação plaquetária é decorrente de uma interferência com a produção de tromboxano A2 no interior da plaqueta. Seu mecanismo de ação baseia-se na inibição irreversível da ciclooxigenase (COX-1). Esse efeito inibitório é especialmente acentuado nas plaquetas, porque estas não são capazes de sintetizar novamente essa enzima. Todavia, a utilização dessa propriedade antiagregante requer prévia avaliação clínica do paciente, de modo a permitir o adequado ajuste posológico pelo médico. Devido ao revestimento ácido resistente do Aas Protect, o ácido acetilsalicílico não é liberado no estômago, mas no meio alcalino do intestino. Isso confere melhor tolerabilidade gástrica ao medicamento. No entanto, o revestimento entérico retarda a absorção do ácido acetilsalicílico para 3 a 6 horas após a ingestão em comparação aos comprimidos simples de ácido acetilsalicílico, cujos níveis plasmáticos são alcançados em 0,3 a 2 horas. Tanto o ácido acetilsalicílico como o ácido salicílico ligam-se amplamente às proteínas plasmáticas e são rapidamente distribuídos a todas as partes do organismo. O ácido salicílico aparece no leite materno e atravessa a placenta. O ácido salicílico é eliminado principalmente por metabolismo hepático; os metabólitos incluem o ácido salicilúrico, o glicuronídeo salicilfenólico, o glicuronídeo salicilacílico, o ácido gentísico e o ácido gentisúrico. A cinética da eliminação do ácido salicílico é dependente da dose, uma vez que o metabolismo é limitado pela capacidade das enzimas hepáticas. Desse modo, a meiavida de eliminação varia de 2 a 3 horas após doses baixas até cerca de 15 horas com doses altas. O ácido salicílico e seus metabólitos são excretados principalmente por via renal.
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